Competição: Liga ZON Sagres - 18ª Jornada;
Estádio: Estádio da Luz, Lisboa
Data: Sábado, 10 de Fevereiro de 2012
Hora: 20h30;
Transmissão: TVI
Equipas prováveis:
Benfica organizado em 4-4-2. Artur na baliza, André Almeida na lateral direita, Luisão e Garay no centro da defesa e Emerson à esquerda, caso esteja recuperado. Javi à frente da defesa, Witsel no meio campo, Nolito no lado esquerdo e Gaitán na direita. No ataque, Rodrigo e Cardozo. Principais dúvidas: Titularidade de Luisão e Emerson, que falharam o último jogo por lesão, colocação de Miguel Vítor ou de André, e titularidade de Aimar/Rodrigo.
Nacional organizado em 4-3-3. Marcelo na baliza, Claudemir no lado direito da defesa, Marçal do lado contrário com Neto e Danielson no centro da defesa. Todorovic à frente dos centrais, com Školnik e Diogo Barcelos uns metros mais à frente. No ataque, Candeias, Mateus e Keita deverão ser os escolhidos.
Algumas ausências de relevo na equipa do Nacional. Andrés Madrid, Moreno e Rondón são jogadores com um peso relativo na manobra da equipa, principalmente o primeiro e o último. Rondón na forma como se movimenta e segura a bola, esperando o apoio dos colegas, e Andrés Madrid na forma como equilibra o meio campo.
Pontos fracos: Todorovic é um jogador sem cultura de trinco e poderá ser um dos pontos a explorar pelo Benfica, nomeadamente por jogadores capazes de progredir com bola e de a receber entre linhas. Aimar, Gaitán e Nolito, por exemplo. As tabelinhas que Nolito, Aimar e Saviola têm por hábito fazer, serão também uma boa maneira de ultrapassar a linha defensiva do Nacional com relativa facilidade, tendo em conta o desnorte que Todorovic acusa. A incapacidade de sair a jogar curto quando pressionado, nomeadamente por Danielson e Todorovic poderá construir boas referências de pressão para os jogadores do Benfica.
Pontos fortes: Diego Barcelos é um jogador que recebe muito bem no pé e é, de longe, o jogador mais criativo do Nacional. Capacidade técnica acima da média e alguma imprevisibilidade a nível de decisão. Benfica dependerá da sincronização entre Javi e Witsel e da coordenação entre a linha do meio campo e a linha do meio campo. De salientar também a verticalidade de Candeias e Mateus, principalmente o primeiro, que é fortíssimo em transição e que poderá ser solicitado em profundidade, no contra-ataque.