O árbitro fez as jogadas, o Jardel só teve de empurrar.

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Por culpa do árbitro (expulsão de Andrade em fase crucial da partida), o Benfica acabou por ver fugir os 3 pontos. A equipa da Luz esteve melhor, na noite em que se despediu do seu «velho» estádio, mas o «derby» não foi bem jogado, houve muitos nervos à mistura, como se de uma final se tratasse, faltas constantes, a ponto de Duarte Gomes ter mostrado por 13 vezes a cartolina amarela e uma a encarnada, a Andrade, aos 53 minutos, momento decisivo na partida, tanto mais que o jogador estava a realizar excelente exibição no «miolo» e a sua saída deixou os «encarnados», naturalmente, mais fragilizados, dando origem à reviravolta que os «leões operaram na segunda parte. Nota positiva para a exibição do Benfica (vinha de derrota em Paços de Ferreira) na primeira parte, não dando espaços a João Pinto, Jardel, Niculae e companhia, muito por «culpa» de Fernando Meira e Andrade, dois «tampões» intransponíveis no miolo do relvado, com o «maestro» Zahovic e também Simão a municiar Mantorras, que por duas vezes teve o golo à vista mas atirou ao lado. Adivinham-se mudanças estratégicas na equipa leonina para a segunda parte. A bola não chegava a Jardel e Niculae, Hugo Viana estava desinspirado. Bölöni mexeu no «onze», Pedro Barbosa entrou bem no jogo e João Pinto passou a jogar mais solto, as oportunidades de golo começaram a surgir e Jardel fez o resto, quando teve oportunidade para marcar, mostrando mais uma vez o seu «instinto matador». Duarte Gomes estreou-se a arbitrar um «derby» e teve dificuldades em segurar o jogo. No segundo penalty, houve um encosto de Caneira e Jardel atirou-se como já é habito, e no segundo golo do Sporting, Jardel empurrou J. Manuel Pinto e não o deixou cabecear. Portanto, há mais que razões para o benfica contestar a arbitragem. Marcadores: Simão (11 m, de «penalty»), Zahovic (55 m), Jardel (85 m e 88 m, este de «penalty»). Resultado final: 2-2.