Portugal

José Augusto

Nome completo
José Augusto Pinto de Almeida
Número
7
Naturalidade
Barreiro (Portugal)
Data de nascimento
1937-04-13
Periodo no Benfica

1959 - 1969

A finta foi a melhor concepção da arte fecunda e sempre harmoniosa de José Augusto. Com uma leveza inimitável, cedo lhe chamaram o “Garrincha português”, rendido se confessava aquele jornalista parisiense do “L’Équipe”, Grabriel Hanot. Marcá-lo em cima constituía humilhação ou suicídio; marcá-lo à zona era requinte que caro se pagava. Ele que até sempre foi considerado medroso. “Essa é a ideia que se faz de um jogador estilista, que tem na técnica a sua principal arma; eu era assim – rápido, versátil e, para além disso, com grande inteligência de jogo” ou José Augusto numa síntese autobiográfica.

Imitar o pai constituiu, obstinação de infância do jovem nascido no desigual Barreiro, alfobre de tantos artífices da bola. Também o era Alexandre Almeida e mais seria se o impiedoso destino não lhe tivesse roubado a vida. Antes, porém, “o meu pai, quando soube que eu despertara para o futebol, ficou satisfeito. Nunca me proibiu de jogar. Tinha sempre um sorriso afável, um sorriso de pai, desejando ver o filho tornar-se um ídolo. Se calhar, ele sentia que já não poderia sê-lo”.

Com apenas 10 anos, José Augusto fez subir o pano, começando a frequentar o parque do jogos do Barreirense, sob a liderança de Armando Ferreira. Basquetebol jogaria também, revelava polivalência. Mais tarde, fizeram-lhe um ultimato e optou pelo futebol com carácter de exclusividade. Na posição de avançado-centro, foi chamado, por José do Carmo, para a turma nacional de juniores, que disputou o Torneio Internacional da UEFA da categoria, em terras transalpinas. No começo da temporada de 54/55, ainda no comando de ataque, catapultou-se à equipa principal, marcando presença frente ao Torreense, nas festa de Eduardo Reis. “Os que recordavam o meu pai disseram que o filho do Alexandre Almeida tinha honrado o seu nome”. Apenas um mês passado, o Barreirense acolheu o Sporting, era o compatrício Carlos Gomes titular da baliza verde-branca. Dois golos marcou José Augusto, melhor, três golos, que um foi escandalosamente anulado pelo árbitro, na sofrida vitória 3-2 (leonina). Mas nem por isso causou estorvo a que fosse lançado à ribalta o jovem executante. Mil contos pediram, então, pela sua carta. Era um coro de insistência, interpretado por Benfica, Sporting e FC Porto, pretextando José Augusto, que os outros emblemas, esses, cedo entenderam que ali não estava galo para as suas capoeiras.



Num dia quente de Agosto, mala na mão, estava na estação ferroviária de Santa Apolónia, com destino ao Porto. Eis que aparece, in extremis, Manuel da Luz Afonso, responsável máximo pelo futebol benfiquista. Ali, naquele momento, a orquestra vermelha haveria de ganhar um dos seus mais afamados solistas. Na cerimónia de apresentação, marcada para 25 de Agosto de 1959, receberia 130 contos, enquanto o Barreirense, que tinha caído à II Divisão, se contentava com 350. “Nessa altura, sempre pensei que só não iria para o Benfica caso o clube não me pretendesse contratar”. Afinal, era muito um caso de amor…

Uma semana depois, vestia pela primeira vez a camisola garrida, frente ao Oviedo (1-0), cuja baliza era ocupada pelo sempre presente Carlos Gomes, entretanto transferido para Espanha. E não muito mais tarde, na segunda ronda do Nacional, logo frente ao Sporting, marcaria o primeiro golo ao serviço do Benfica, num delicioso apontamento de calcanhar.

Na Luz, o extremo-direito José Augusto conquistou tudo o que havia para conquistar. Foram Campeonatos (oito), Taças (três), títulos europeus (dois). Foram mais honrarias. Foram gabos, muitos gabos. Foram 369 jogos e 174 golos. Foram 11 épocas magnéticas.


Na final da Taça dos Campeões, frente ao Manchester United, com o número 8.

Magnifica rota protagonizou também na equipa das quinas. Foi 45 vezes internacional, durante uma década, sublinhando com três golos o contributo à epopeia do Mundial de 66. Conhecido em toda a Europa ou não fosse ele o único benfiquista, a par de Coluna e Cruz, a disputar cinco finais do Campeões, envergou por isso a camisola da FIFA. A 20 de Maio de 1964, em Copenhaga, nas comemorações das Bodas de Diamante da Federação Dinamarquesa; no mesmo ano, a 23 de Setembro, em Belgrado, numa partida de solidariedade para com as vitimas do terramoto de Skopje, com um golo apontado.



Quando abandonou a carreira de futebolista, ingressou no quadro técnico do Benfica. Mais tarde, substituiu o lendário Otto Glória, a tempo de vencer a Taça de Portugal, versão 69/70. Seleccionador nacional seria, por ocasião ma Minicopa, no Brasil, momento de elevada significância para o futebol nacional, através da conquista do segundo lugar na prova.

Actualmente, José Augusto é uma das glórias do clube com mais visitas às Casas do Benfica. São os seus outros jogos. Aos quais empresta também generosidade, classe e prestígio.

 

Épocas no Benfica: 11 (59/70)

Jogos: 369
Golos: 175

Títulos: 8 CN, 3 TP, 2 TCE

 

Texto: Memorial Benfica, 100 Glórias
Copiado de Ednilson


 

 

Oficiais Não Oficiais
Jogos Minutos Golos Cartões (A./V.) Jogos Golos
Total 382 32563 177 83 24
Seniores > 1959/1960 > SL Benfica 37 3330 26 0 / 0 3 0
 
Campeonato Nacional 26 2340 19 0 / 0 0 0
Taça de Portugal 9 810 7 0 / 0 0 0
AF Lisboa Taça de Honra 1ª Divisão 2 180 0 0 / 0 0 0
Amigáveis 0 0 0 0 / 0 3 0
Seniores > 1960/1961 > SL Benfica 37 3150 33 0 / 0 4 1
 
Campeonato Nacional 25 2250 24 0 / 0 0 0
Taça de Portugal 1 90 0 0 / 0 0 0
Taça dos Campeões Europeus 9 810 7 0 / 0 0 0
AF Lisboa Taça de Honra 1ª Divisão 2 0 2 0 / 0 0 0
Amigáveis 0 0 0 0 / 0 4 1
Seniores > 1961/1962 > SL Benfica 41 3690 19 0 / 0 9 2
 
Campeonato Nacional 23 2070 13 0 / 0 0 0
Taça de Portugal 6 540 2 0 / 0 0 0
Taça Intercontinental 3 270 0 0 / 0 0 0
Taça dos Campeões Europeus 7 630 4 0 / 0 0 0
AF Lisboa Taça de Honra 1ª Divisão 2 180 0 0 / 0 0 0
Amigáveis 0 0 0 0 / 0 9 2
Seniores > 1962/1963 > SL Benfica 40 3600 12 0 / 0 13 5
 
Campeonato Nacional 24 2160 9 0 / 0 0 0
Taça de Portugal 6 540 2 0 / 0 0 0
Taça Intercontinental 2 180 0 0 / 0 0 0
Taça dos Campeões Europeus 7 630 1 0 / 0 0 0
AF Lisboa Taça de Honra 1ª Divisão 1 90 0 0 / 0 0 0
Amigáveis 0 0 0 0 / 0 13 5
Seniores > 1963/1964 > SL Benfica 38 3240 24 0 / 0 8 3
 
Campeonato Nacional 25 2250 11 0 / 0 0 0
Taça de Portugal 8 720 13 0 / 0 0 0
Taça dos Campeões Europeus 3 270 0 0 / 0 0 0
AF Lisboa Taça de Honra 1ª Divisão 2 0 0 0 / 0 0 0
Amigáveis 0 0 0 0 / 0 8 3
Seniores > 1964/1965 > SL Benfica 41 3510 19 0 / 0 7 2
 
Campeonato Nacional 23 2070 10 0 / 0 0 0
Taça de Portugal 7 630 3 0 / 0 0 0
Taça dos Campeões Europeus 9 810 5 0 / 0 0 0
AF Lisboa Taça de Honra 1ª Divisão 2 0 1 0 / 0 0 0
Amigáveis 0 0 0 0 / 0 7 2
Seniores > 1965/1966 > SL Benfica 32 2880 14 0 / 0 7 2
 
Campeonato Nacional 24 2160 10 0 / 0 0 0
Taça de Portugal 3 270 0 0 / 0 0 0
Taça dos Campeões Europeus 5 450 4 0 / 0 0 0
Amigáveis 0 0 0 0 / 0 7 2
Seniores > 1966/1967 > SL Benfica 31 2790 11 0 / 0 13 6
 
Campeonato Nacional 23 2070 9 0 / 0 0 0
Taça de Portugal 4 360 1 0 / 0 0 0
Taça das Cidades com Feira 4 360 1 0 / 0 0 0
Amigáveis 0 0 0 0 / 0 13 6
Seniores > 1967/1968 > SL Benfica 42 3600 10 0 / 0 10 2
 
Campeonato Nacional 25 2250 4 0 / 0 0 0
Taça de Portugal 6 540 5 0 / 0 0 0
Taça dos Campeões Europeus 9 810 1 0 / 0 0 0
AF Lisboa Taça de Honra 1ª Divisão 2 0 0 0 / 0 0 0
Amigáveis 0 0 0 0 / 0 10 2
Seniores > 1968/1969 > SL Benfica 35 2503 9 0 / 0 9 1
 
Campeonato Nacional 22 1686 5 0 / 0 0 0
Taça de Portugal 8 553 2 0 / 0 0 0
Taça dos Campeões Europeus 5 264 2 0 / 0 0 0
Amigáveis 0 0 0 0 / 0 9 1
Seniores > 1969/1970 > SL Benfica 8 270 0 0 / 0 0 0
 
Campeonato Nacional 5 182 0 0 / 0 0 0
Taça dos Campeões Europeus 2 88 0 0 / 0 0 0
AF Lisboa Taça de Honra 1ª Divisão 1 0 0 0 / 0 0 0
Amigáveis 0 0 0 0 / 0 0 0

Primeiro jogo

Belenenses SAD 1 x 0 SL Benfica

Dom, 6 Setembro, 1959

Belenenses SAD: José Pereira, Raúl Moreira, Vicente Lucas, Marciano, Raúl Figueiredo, Francisco Pires, Matateu, Iaúca, Tonho
SL Benfica: Costa Pereira, Serra, Zézinho, Inácio, Alfredo Abrantes, Francisco Palmeiro, Neto, Coluna, Cavém, José Augusto, José Águas
Treinador: Bélla Guttmann

Último jogo

Vitória Setúbal 1 x 0 SL Benfica

Dom, 23 Novembro, 1969

SL Benfica: José Henrique, Humberto Coelho (Messias [53m]) (Messias [53m]), Malta da Silva, Adolfo, Diamantino Costa (José Augusto [45m]) (José Augusto [45m]), Toni, Jaime Graça, Coluna, José Torres, Artur Jorge, Raúl Águas
Treinador: Otto Glória

16624 - Tópico: José Augusto  (Lida 47237 vezes)

torreira

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  • 13 de Abril de 2007, 12:13



Nome Completo: JOSÉ AUGUSTO Pinto de Almeida

Posição: Extremo Direito
Nacionalidade: Português (Internacional A)
Data de Nascimento: 13-04-1937
Número da Camisola: 7
Pé Preferido: Direito



Épocas ao serviço do Benfica: 11
Total de Jogos pelo Benfica: 369
Total de Golos pelo Benfica: 174
Títulos pelo Benfica:
2 Taças dos Campeões Europeus (1960/61, 1961/62)

8 Campeonatos Nacionais (1959/60, 1960/61, 1962/63, 1963/64, 1964/65, 1966/67, 1967/68, 1968/69)
3 Taças de Portugal (1961/62, 1963/64, 1968/69)

1959/1960

Jogos: 35
Golos: 26 (19 na Liga)

1960/1961
Jogos: 35
Golos: 31 (24 na Liga)

1961/1962
Jogos: 39
Golos: 19 (13 na Liga)

1962/1963
Jogos: 39
Golos: 12 (9 na Liga)

1963/1964
Jogos: 36
Golos: 24 (11 na Liga)

1964/1965
Jogos: 39
Golos: 18 (10 na Liga)

1965/1966
Jogos: 32
Golos: 14 (10 na Liga)

1966/1967
Jogos: 31
Golos: 11 (9 na Liga)

1967/1968
Jogos: 40
Golos: 10 (4 na Liga)

1968/1969
Jogos: 36
Golos: 9 (5 na Liga)

1969/1970
Jogos: 7
Golos: 0



Como Treinador:

Épocas ao serviço do Benfica: 1
Total de Jogos pelo Benfica: 13
Total de Vitórias pelo Benfica: 9
Títulos pelo Benfica:

1 Taça de Portugal (1969/70)

1969/1970
Jogos: 13
Vitórias: 9 (6 na Liga)
« Última modificação: 13 de Abril de 2018, 15:01 por Ludwig van »

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« Última modificação: 07 de Novembro de 2013, 22:10 por Shoky »

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  • 13 de Abril de 2007, 12:18
José Augusto Pinto de Almeida. Barreiro. 13 de Abril de 1937. Avançado.
Épocas no Benfica: 11 (59/70). Jogos: 369. Golos: 174. Títulos: 8 (Campeonato Nacional), 3 (Taça de Portugal) e 2 (Taça dos Campeões).
Outros clubes: Barreirense. Internacionalizações: 45. Treinador do Benfica em 1969/1970. Títulos (conquistou uma Taça de Portugal).



A finta foi a melhor concepção da arte fecunda e sempre harmoniosa de José Augusto. Com uma leveza inimitável, cedo lhe chamaram o “Garrincha português”, rendido se confessava aquele jornalista parisiense do “L’Équipe”, Grabriel Hanot. Marcá-lo em cima constituía humilhação ou suicídio; marcá-lo à zona era requinte que caro se pagava. Ele que até sempre foi considerado medroso. “Essa é a ideia que se faz de um jogador estilista, que tem na técnica a sua principal arma; eu era assim – rápido, versátil e, para além disso, com grande inteligência de jogo” ou José Augusto numa síntese autobiográfica.

Imitar o pai constituiu, obstinação de infância do jovem nascido no desigual Barreiro, alfobre de tantos artífices da bola. Também o era Alexandre Almeida e mais seria se o impiedoso destino não lhe tivesse roubado a vida. Antes, porém, “o meu pai, quando soube que eu despertara para o futebol, ficou satisfeito. Nunca me proibiu de jogar. Tinha sempre um sorriso afável, um sorriso de pai, desejando ver o filho tornar-se um ídolo. Se calhar, ele sentia que já não poderia sê-lo”.

Com apenas 10 anos, José Augusto fez subir o pano, começando a frequentar o parque do jogos do Barreirense, sob a liderança de Armando Ferreira. Basquetebol jogaria também, revelava polivalência. Mais tarde, fizeram-lhe um ultimato e optou pelo futebol com carácter de exclusividade. Na posição de avançado-centro, foi chamado, por José do Carmo, para a turma nacional de juniores, que disputou o Torneio Internacional da UEFA da categoria, em terras transalpinas. No começo da temporada de 54/55, ainda no comando de ataque, catapultou-se à equipa principal, marcando presença frente ao Torreense, nas festa de Eduardo Reis. “Os que recordavam o meu pai disseram que o filho do Alexandre Almeida tinha honrado o seu nome”. Apenas um mês passado, o Barreirense acolheu o Sporting, era o compatrício Carlos Gomes titular da baliza verde-branca. Dois golos marcou José Augusto, melhor, três golos, que um foi escandalosamente anulado pelo árbitro, na sofrida vitória 3-2 (leonina). Mas nem por isso causou estorvo a que fosse lançado à ribalta o jovem executante. Mil contos pediram, então, pela sua carta. Era um coro de insistência, interpretado por Benfica, Sporting e FC Porto, pretextando José Augusto, que os outros emblemas, esses, cedo entenderam que ali não estava galo para as suas capoeiras.



Num dia quente de Agosto, mala na mão, estava na estação ferroviária de Santa Apolónia, com destino ao Porto. Eis que aparece, in extremis, Manuel da Luz Afonso, responsável máximo pelo futebol benfiquista. Ali, naquele momento, a orquestra vermelha haveria de ganhar um dos seus mais afamados solistas. Na cerimónia de apresentação, marcada para 25 de Agosto de 1959, receberia 130 contos, enquanto o Barreirense, que tinha caído à II Divisão, se contentava com 350. “Nessa altura, sempre pensei que só não iria para o Benfica caso o clube não me pretendesse contratar”. Afinal, era muito um caso de amor…

Uma semana depois, vestia pela primeira vez a camisola garrida, frente ao Oviedo (1-0), cuja baliza era ocupada pelo sempre presente Carlos Gomes, entretanto transferido para Espanha. E não muito mais tarde, na segunda ronda do Nacional, logo frente ao Sporting, marcaria o primeiro golo ao serviço do Benfica, num delicioso apontamento de calcanhar.

Na Luz, o extremo-direito José Augusto conquistou tudo o que havia para conquistar. Foram Campeonatos (oito), Taças (três), títulos europeus (dois). Foram mais honrarias. Foram gabos, muitos gabos. Foram 369 jogos e 174 golos. Foram 11 épocas magnéticas.



Magnifica rota protagonizou também na equipa das quinas. Foi 45 vezes internacional, durante uma década, sublinhando com três golos o contributo à epopeia do Mundial de 66. Conhecido em toda a Europa ou não fosse ele o único benfiquista, a par de Coluna e Cruz, a disputar cinco finais do Campeões, envergou por isso a camisola da FIFA. A 20 de Maio de 1964, em Copenhaga, nas comemorações das Bodas de Diamante da Federação Dinamarquesa; no mesmo ano, a 23 de Setembro, em Belgrado, numa partida de solidariedade para com as vitimas do terramoto de Skopje, com um golo apontado.


Quando abandonou a carreira de futebolista, ingressou no quadro técnico do Benfica. Mais tarde, substituiu o lendário Otto Glória, a tempo de vencer a Taça de Portugal, versão 69/70. Seleccionador nacional seria, por ocasião ma Minicopa, no Brasil, momento de elevada significância para o futebol nacional, através da conquista do segundo lugar na prova.

Actualmente, José Augusto é uma das glórias do clube com mais visitas às Casas do Benfica. São os seus outros jogos. Aos quais empresta também generosidade, classe e prestígio.


Tópico: Memorial Benfica, Glórias
Autor: Ednilson
Link: http://serbenfiquista.com/forum/index.php?topic=22362.105
« Última modificação: 20 de Abril de 2013, 18:37 por Shoky »

Bleach

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  • 13 de Abril de 2007, 13:13
parabens , e obrigado por tudo ;)

JDF

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  • 13 de Abril de 2007, 13:20
Parabéns!

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  • 13 de Abril de 2007, 14:05
uma eliminação não justifica um esquecimento.......upa

diogo32

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  • 13 de Abril de 2007, 14:09
Parabéns campeão!

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  • 13 de Abril de 2007, 14:13
Parabéns, que este dia seja muito feliz para ti (dentro dos possíveis).....

Bola7

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  • 13 de Abril de 2007, 14:38
Grande Zé...grande jogador..um dos imortais...

ILLEGAL

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  • 13 de Abril de 2007, 14:39
Muitos parabens!!!  :)

Ettelbreck

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  • 13 de Abril de 2007, 14:42
Parabéns para um dos melhores jogadores que já vestirarm a mitica camisola do Benfica... ;)

Patrone

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  • 13 de Abril de 2007, 14:42
Parabens :)

BigSLB

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Parabéns

ednilson

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  • 13 de Abril de 2007, 14:44
Parabéns, a ver se o apanho hoje no Ginásio.

isaias

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  • Basta de vieiradas!!
  • 13 de Abril de 2007, 15:02
Não sou desse tempo, mas tenho-o como um dos enormes, dos intocáveis, dos imortais, como disse o amigo Bola7. Um dos que contribuiu para a magnanimidade do nosso clube.
Obrigado José Augusto e muitos parabéns. Oxalá que o SLB consiga, mais cedo ou mais tarde, regressar aos seus tempos áureos, homenageando-vos com resultados condizentes com toda a glória que vcs lhe proporcionaram.